Advogado ligado aos direitos humanos e representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Conselho de Defesa dos Direitos do Negro do Distrito Federal, Alisson Lopes também emitiu sua opinião sobre o movimento internacional de mulheres no 8 de março:

“É um movimento muito oportuno, já que de maneira geral estamos tendo um retrocesso no campo das políticas públicas feitas pelo Estado. Um movimento internacional empodera também o movimento nacional, pois respeita as várias etnias. Temos que fortalecer e oxigenar as redes. Vislumbro que essa onda de Estado mínimo vai atingir diretamente as políticas públicas . Se o movimento não mostrar força será deixado de lado.”